Energia com tecnologia: curso traça panorama sobre Smart Grid

Fonte: Instituto Acende Brasil – 09.03.2010

O Instituto Acende Brasil traça um panorama atualizado das novas tecnologias associadas ao conceito de redes inteligentes no curso “Smart Grid – Conceitos, Oportunidades e Tendências”, que acontece no dia 11 de março, quinta-feira, das 8h30 às 17 horas, em sua sede, em São Paulo. O curso será ministrado por um dos maiores especialistas em Smart Grid do país, Cyro Vicente Boccuzzi, que é presidente da ECOee Energia Eficiente e do Fórum Latino Americano de Smart Grid.

De modo simplificado, Smart Grid pode ser definido como a integração de subestações, circuitos, isoladores e outros ativos de energia com dispositivos de sensoreamento remoto, telecomunicações e tecnologia da informação, formando uma rede de energia inteligente capaz de transmitir e processar as informações, diagnosticar e solucionar problemas de forma rápida e precisa tanto para concessionárias como para consumidores de energia.

Na versão do curso do Instituto Acende Brasil, explica o presidente Claudio Sales, “Smart Grid é uma imersão de oito horas, de olho no futuro, nas perspectivas para a sua implantação no mundo e os desafios e prioridades do mercado regional da América Latina”. “O aprendizado que propomos permitirá a qualquer profissional entender como essas novas tendências transformarão os negócios que envolvem o setor elétrico, no médio e longo prazos”, afirma Sales.

Um módulo específico, por exemplo, trabalha a abordagem empresarial e multidisciplinar, com estudo de caso, incluindo principais fontes de custos e de benefícios típicos em empresas do Brasil e do exterior, bem como as etapas de implementação. O desacoplamento entre tarifas e vendas de energia, a busca do uso eficiente de energia, os efeitos das tecnologias habilitadoras no gerenciamento da demanda, os mecanismos de proteção dos consumidores e das contas de energia também estão no foco desta imersão.

Smart Grid, hoje, é um tema multidisciplinar e, como tal, o curso é voltado para profissionais de todas as áreas de empresas envolvidas com o setor elétrico: geradoras, distribuidoras, empresas de transmissão, fornecedores de equipamentos, prestadores de serviços e consultores, formuladores de políticas públicas e reguladores, consumidores de energia, centros de estudo e núcleos acadêmicos.

O instrutor:

Cyro Vicente Boccuzzi trabalhou por 25 anos na AES Eletropaulo, onde chegou a ser vice-presidente. Foi diretor-executivo da consultoria Andrade & Canellas. É fundador e CEO da ECOee, empresa focada em gestão, tecnologia e sustentabilidade. Possui ampla experiência na área de tecnologias de energia, fundou e preside o Fórum Latino Americano de Smart Grid. Engenheiro eletricista formado pela Universidade Mackenzie, fez pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, e MBA em Controladoria e Finanças pela FIA/FEA/Fipecafi-USP.

Agende-se:

Curso: Smart Grid: Conceitos, Oportunidades e Tendências

Data: 11/mar/2010 (08:30 às 17:30)

Rua Joaquim Floriano, 466, Ed. Corporate, sala 501 – Itaim Bibi

Investimento: R$ 1.090

Inscrições:

No site: www.acendebrasil.com.br

Pelo telefone: (11) 3704-7733 (tratar com Melissa Oliveira)

Pelo e-mail: melissa.oliveira@acendebrasil.com.br

Mais informações para a imprensa (ECOee):

Clara Barufi e Arthur Chioramital

Fone: (11) 3873-4374

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Redes elétricas inteligentes e a racionalização do uso de energia. Entrevista especial com Ricardo Baitelo

Fonte: Instituto Humanitas Unisinos – 05.03.2010

Uma rede de transmissão de energia que utiliza um sistema de monitoramento do fluxo a partir de tecnologia digital. Esta é a proposta das redes elétricas inteligentes, assunto da entrevista, realizada por e-mail, com Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace. Explicando o conceito desta prática de transmissão, Baitelo afirma que as redes inteligentes possibilitam a integração de fontes energéticas descentralizadas, além do controle do consumo de aparelhos e eletrodomésticos em residências e edifícios. A partir da proposta de uma ferramenta virtual capaz de medir o consumo residencial e disponibilizar a informação aos consumidores em tempo quase real, a forma de interação entre consumidor e concessionária deve aumentar. “O acesso à informação de consumo de energia repercute na utilização mais racional de energia e no melhor planejamento da expansão de redes”, garante.

A entrevista foi concedida por telefone à IHU On-Line.

Sobre as fontes de energia renovável no Brasil e também sobre as questões climáticas, Baitelo destaca. “No Brasil, o alto potencial de renováveis (solar, eólica e biomassa) certamente garantiria uma oferta confiável de energia, complementada com o que já existe de geração hidrelétrica, sem a necessidade de se construir novas usinas em locais extremamente delicados do ponto de vista ambiental e social”.

Ricardo Baitelo é formado em engenharia elétrica pela Escola Politécnica da USP. Na mesma universidade, concluiu o mestrado na área de eficiência energética. Atualmente, é coordenador da campanha de energia do Greenpeace Brasil.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – O que podemos entender por redes elétricas inteligentes?

Ricardo Baitelo – Redes inteligentes enviam a eletricidade dos pontos de geração até os consumidores, utilizando um sistema de monitoramento completo do fluxo de energia, a partir de tecnologia digital, que permite o rastreamento tanto da energia que entra no sistema, gerada em diferentes pontos, quanto da energia consumida por residências, edifícios e indústrias.

IHU On-Line – Como a energia renovável é utilizada nessas redes elétricas inteligentes?

Ricardo Baitelo – As redes possibilitam a integração de fontes energéticas descentralizadas, como solar e eólica, assimilando sua entrada no sistema quando esta geração ocorre, nos períodos de maior vento e sol. Esta integração faz com que a geração distribuída contribua, não apenas para o atendimento de demandas individualizadas, mas também com uma oferta estável de energia para todo o país.

IHU On-Line – Qual a relação entre redes elétricas inteligentes e Internet?

Ricardo Baitelo – As redes inteligentes permitirão o controle não apenas da geração descentralizada, realizada em milhares de pontos, como também o controle do consumo de aparelhos e eletrodomésticos em residências e edifícios. A proposta de pulverizar o sistema elétrico em uma rede de microgeradores e a revolução provocada por isto guardam semelhanças com a grande pulverização de informação provocada pela Internet.

Adicionalmente a isto, já estão sendo propostas ferramentas via Internet capazes de medir o consumo residencial e disponibilizar a informação aos consumidores em tempo quase real.

IHU On-Line – Quais os principais caminhos para garantir o fornecimento de energia no futuro de forma amigável com o clima do planeta e com a velocidade do consumo de energia?

Ricardo Baitelo – Intensificar investimentos em eficiência energética é a forma mais barata e efetiva de reduzir a demanda energética do planeta. Estas medidas se estenderiam desde a cadeia de transmissão e distribuição de energia até a revisão de hábitos dos consumidores finais.

Em seguida, o atendimento e a demanda restante seriam feitos com tecnologias renováveis, cuja geração intermitente seria solucionada pela complementaridade entre as mesmas e pelo auxílio das redes inteligentes no gerenciamento de cada tipo de energia na hora em que ela seria produzida.

IHU On-Line – Em que sentido a transformação energética proposta pelo novo estudo do Greenpeace pode se tornar uma oportunidade de negócio para empresas de tecnologia e permitir cortes nas emissões de gases do efeito estufa?

Ricardo Baitelo – O reforço de redes e o estabelecimento de redes inteligentes devem aumentar a interação entre consumidores e concessionárias, além do acesso à informação de consumo de energia, repercutindo na utilização mais racional de energia e no melhor planejamento da expansão de redes.

As empresas de tecnologia poderão fazer um trabalho integrado nesta cadeia, junto às concessionárias e aos consumidores, na provisão de medidores inteligentes e na transmissão de dados de geração e consumo para ambas as partes.

IHU On-Line – Qual o papel do Brasil nessa transformação energética, considerando o potencial de fontes renováveis de energia do país?

Ricardo Baitelo – O estudo do Greenpeace explica como redes elétricas inteligentes, locais e regionais poderiam ser conectadas de forma eficiente com uma super-rede de alta voltagem, para garantir um fornecimento ininterrupto e confiável de eletricidade, sem ativar usinas térmicas a carvão ou nucleares. Embora tenha sido feito para o cenário Europeu, no Brasil, o alto potencial de renováveis (solar, eólica e biomassa) certamente garantiria uma oferta confiável de energia, complementada com o que já existe de geração hidrelétrica, sem a necessidade de se construir novas usinas em locais extremamente delicados do ponto de vista ambiental e social.

IHU On-Line – Que políticas públicas deveriam ser pensadas para que essa transformação seja efetivada mais rapidamente?

Ricardo Baitelo – Devem ser aprovadas as regras para a mudanças das redes de energia a fim de implementar os smart grids (rede inteligente, em inglês). Este cronograma já foi feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Adicionalmente, deve ser deixada clara uma legislação para garantir a transição dos relógios de medição de eletricidade para a medição eletrônica em todas as residências. Esta medição poderia originar uma mudança na tarifação, taxando de forma diferente o uso de eletricidade de acordo com a hora do dia, mecanismo aplicado apenas a grandes consumidores no país.

A Aneel já tem um cronograma para implementar mudanças na rede de energia para transformá-la no que se convencionou chamar de smart grid. O primeiro passo foi a aprovação, em agosto, das regras do PLC (comunicação pela rede de energia). O próximo já está em análise pelo Conselho Diretor da agência: a adoção da medição eletrônica.

IHU On-Line – Qual a previsão de implantação das redes elétricas inteligentes no Brasil e no mundo?

Ricardo Baitelo – No Brasil, a medição eletrônica vem sendo implementada, como, por exemplo, no Rio, com a previsão da instalação de 120 mil medidores inteligentes em 2010, no Pará (72 mil medidores) e no Distrito Federal, onde 1800 grandes consumidores já foram automatizados. Pretende-se substituir 63 milhões de medidores atuais por medidores inteligentes em um prazo de dez anos.

No mundo, o processo já está mais avançado. Até 2012, 70% da rede americana já deverá ter medição inteligente e, na Europa, quase todos os países já possuem aplicações de redes inteligentes.

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Teradata se une com Itron para atender utilities

Fonte: Compter World – 01.03.2010

Atenta às novas oportunidades que serão geradas no mercado com projetos de smart grid, ou redes inteligentes, que serão implantados pelas companhias de utilities, a Teradata acaba de fechar uma parceria com a Itron, norte-americana especializada na coleta e gestão de dados de medição de consumo.

O acordo é global e se estende também para o Brasil e leva em conta a crescente necessidade das concessionárias por informações analíticas referentes ao consumo de energia por seus clientes.

Segundo a country manager da Teradata no Brasil, Katia Vaskys, o acordo faz parte dos planos da Teradata para 2010 para reforçar presença em três setores que vão demandar soluções para data warehouse, que são: utilities, bancos, e telecomunicações. Ela comenta que esses três segmentos estão sendo muito pressionados pelos órgãos reguladores a construírem e integrarem bases de dados inteligentes para se tornarem mais eficientes e atender melhor seus clientes.

A união com a Itron tem o objetivo de entregar às concessionárias soluções integradas para que adquiram mais conhecimentos sobre o consumo dos clientes e aprimorem os planos e serviços. A proposta das duas empresas é munir essas corporações para que automatizem processos, contribuindo para o uso mais racional de energia.

O gerente de marketing e desenvolvimento de negócios para América Latina da Itron Brasil, Mariano Michael Bergman, observa que o volume de dados das concessionárias é cada vez mais elevado. São informações sobre o consumo diário, tensão e corrente, perfil de carga do cliente, etc. Ele destaca que para se manterem competitivas, essas empresas precisarão extrair mais conhecimento dos dados para acelerar a tomada de decisões e ter planos mais adequados ao perfil de cada consumidor.

Solução

O resultado da parceria é a criação do Active SmartGrid Analytics, plataforma analítica de software formada a partir do data warehouse e do modelo de dados da Teradata com o Itron Enterprise Edition Meter Data Management.

A solução vai permitir que empresas do setor acessem informações financeiras, operacionais e sobre os clientes, obtendo análises avançadas para a tomada de decisão, sem impactar as atividades do dia-a-dia das operações.

Todas as informações podem ser integradas e correlacionadas, permitindo avaliações sobre quaisquer cenários, considerando tanto dados históricos quanto de tempo real.

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EUA prevê rede nacional de banda larga sem fio para segurança

Fonte: Convergência Digital – 26.02.2010

Com a aproximação do prazo para que seja entregue – 17 de março- começam a aparecer detalhes do Plano Nacional de Banda Larga preparado pela Federal Communications Commission (FCC, semelhante a brasileira Anatel). Mas ainda não foi discutido quem vai pagar a conta.

O relatório, requisitado à FCC como parte do plano de estímulo econômico americano em resposta à crise financeira, será um mapa para o governo e os parlamentares dos Estados Unidos na elaboração do que deve se transformar numa rede de internet rápida acessível a todos os americanos.

O plano deve ser apresentado ao Congresso dos EUA em 17 de março. No que se imagina, ele incluirá recomendações para novas regras, como a reforma do Fundo de Universalização de Serviços, que conta com US$ 7 bilhões. Também deve embutir políticas para a expansão da cobertura, ampliação das velocidades da banda larga e estímulo a competição.

Na semana passada, integrantes da FCC começaram a dividir algumas informações sobre o projeto, a partir da divulgação de um relatório preliminar do plano. A agência sublinhou algumas metas específicas como maiores velocidades para a banda larga, uma nova rede wireless nacional e tecnologias que permitirá aos consumidores controlarem pela internet, o uso de energia elétrica em suas casas.

Até aqui, ainda são poucos os detalhes específicos dessas iniciativas, em especial os detalhes de quem vai pagar por esse plano ambicioso. O governo deve entrar com alguma parte, mas o setor privado também será convidado a contribuir com grande parte da fatura.

As metas

No relatório, a FCC diz que vê o acesso à internet em banda larga como uma forma de criação de empregos, de promover melhorias na qualidade da saúde, redução da dependência de importações de energia, melhor educação e fortalecer a segurança pública e nacional.

No caso da criação de empregos, a agência entende que uma infraestrutura robusta de banda larga ajudará no treinamento profissional e será uma ferramenta para que as pessoas encontrem postos de trabalho. Também acredita que parcerias público-privadas são um dos caminhos para financiar esses projetos.

Em saúde, a FCC acredita que a banda larga pode facilitar a troca de dados médicos, assim como permitir monitoramento e diagnósticos remotos. Com a remoção de certos regulamentos, a FCC calcula que essa infraestrutura de banda larga pode economizar até US$ 700 bilhões nos próximos 15 a 25 anos.

No campo da eficiência energética, a FCC propõe a integração da infraestrutura de banda larga com o smart grid do setor elétrico como forma de ajudar os consumidores a reduzirem seu consumo de energia. Com esse acesso integrado, as pessoas poderiam ligar ou desligar de forma remota utensílios domésticos, por exemplo, assim como fazer monitoramento do consumo e tomar decisões melhores sobre o uso da eletricidade.

Também começam a aparecer detalhes sobre a proposta de uma rede wireless nacional voltada para a segurança pública e primeiros socorros. O presidente da FCC, Julius Genachowski, disse que a FCC recomendará no Plano Nacional de Banda Larga que o governo invista cerca de US$ 18 bilhões nos próximos 10 anos para construir e financiar a operação dessa rede.

“O setor privado simplesmente não vai construir uma rede nacional de primeira qualidade de banda larga interoperável para a segurança pública com seu próprio dinheiro”, comentou Genachowski.

Nesse plano, o governo faria novos leilões de espectro na faixa de 700 MHz. Esse espectro seria dividido com a segurança pública, que teria prioridade de uso no caso de emergências.

Também como parte do plano a FCC recomenda melhorias no acesso em banda larga para escolas primárias e secundárias. E já decidiu, por unanimidade, modificar as regras do Fundo de Universalização para que as escolas que recebem recursos do programa possam oferecer acesso a comunidade em seus computadores depois das aulas.

Genachowski também defendeu que as velocidades da banda larga precisam ser mais rápidas. Na semana passada ele disse que 100 milhões de lares americanos tenham acesso com pelo menos 100 Mbps em 2020. Isso significa velocidades pelo menos 10 vezes mais rápidas que a utilizada atualmente pela maioria dos americanos.

O plano da FCC tem como um dos objetivos pavimentar o caminho para que os Estados Unidos sejam líderes em banda larga. Os EUA têm sido criticados por ficarem atrás de outros países quando o assunto envolve serviços e infraestrutura de banda larga. Algumas parte do país contam com redes robustas, outras não. E mesmo em áreas onde a banda larga está disponível, muitos americanos preferem não assinar o serviço.

A FCC recentemente publicou resultados de uma pesquisa que indicou que 93 milhões de americanos, cerca de um terço da população, não têm acesso à internet banda larga em casa. O principal motivo é o custo do serviço e a falta de conhecimento de como esses serviços podem beneficiar os consumidores.

Erguer a infraestrutura, reduzir os custos dos serviços e educar os consumidores não será barato. Em setembro, a FCC estimava que poderia custar mais de US$ 350 bilhões construir a infraestrutura e financiar os programas para conectar os americanos.

Quanto exatamente será pago com dinheiro dos impostos e quanto virá em investimentos privados ainda é incerto. Parte do Plano Nacional de Banda Larga também vai tratar de regulamentações e desregulamentações que poderão encorajar investimentos e fomentar inovações.

Até aqui, a FCC não disse muito sobre esses pontos. Por exemplo, ainda não mencionou quais políticas serão modificadas ou reguladas para encorajar a competição. Tampouco deixou claro que outras mudanças pretende fazer no Fundo de Universalização de Serviços, formado com taxas nas contas de telefone.

As companhias telefônicas e operadores de cabo demonstram preocupação com a possibilidade da FCC modificar a regulação das linhas de internet. Alguns dos maiores provedores, como AT&T e Verizon, encaminharam uma carta à FCC argumentando que as regras nesse front não devem ser mexidas.

Membros da FCC têm dito que o plano não vai incluir a exigência para que empresas de telefonia e cabo compartilhem suas infraestruturas de banda larga com competidores, como sonham defensores dos consumidores.

Mas algunm tipo de compartilhamento de rede pode fazer parte do plano, segundo relatou recentemente o Wall Street Journal. Por exemplo, uma proposta exigiria que as telefônicas oferecessem parte das redes a preço de varejo para rivais que desejem prestar serviço para pequenas empresas.

As empresas sustentam que qualquer nova exigência que as force a compartilhar infraestrutura vai afetar os investimentos, o que é exatamente o oposto do que a FCC espera alcançar com a política regulatória.

*Com tradução do CNET.News

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David Basset, do IEEE: Redes Inteligentes ou Redes Verdes?

Fonte: CanalEnergia – 25/02/2010 - David Basset

Atualmente, existem muitas discussões sobre o que é o conceito “smart grid” (rede inteligente). Pensamos o “smart grid” como um conjunto de equipamentos que permite o funcionamento de uma rede de energia elétrica de forma mais econômica e funcional, possibilitando ainda a rápida restauração de energia aos consumidores em situações anormais ou de emergência. Nesse sentido, a “rede verde” surge como consequência de uma operação mais eficiente da rede, colaborando para a geração de recursos e para o controle de carga.

A implementação inicial de uma rede inteligente que, normalmente, possibilita um melhor funcionamento de nossa rede elétrica, em termos de controle de voltagem, controle de reação e alocação eficiente de energia residual, resulta em “rede mais verde”, com economias energéticas e menores emissões de dióxido de carbono, isto é, a rede verde de energia elétrica. Por exemplo, a concessionária PPL Electric possui um projeto de rede inteligente que deverá implementar este tipo de controle e, com isso, estima-se uma economia de 2,5% no uso de energia para os consumidores.

A PPL Electric solicitou e ganhou US$19 milhões do Departamento de Energia Federal dos Estados Unidos, concedidos pelo American Recovery and Reinvestment Act (Stimulus Bill). O prêmio, considerado uma oportunidade de financiamento, foi oferecido pela Smart Grid Investment Grant, DE-FOA-0000058. A concessionária anunciou ainda uma parceria com a Universidade de Drexel e com líderes em tecnologia da GE Energy, a Lockheed Martin Corporation e da Alcatel-Lucent para projetar e instalar o projeto.

Nossa implantação oficial deverá automatizar o funcionamento da rede, de modo que as falhas não impactarão como queda de energia. Elas deverão ser isoladas, permitindo a rápida restauração da energia elétrica aos consumidores, sem falhas nas seções em linha. A smart grid possibilitará detectar o status de todo o sistema, permitindo a transferência de seções sem falhas na linha para fontes alternativas. Isso requer uma comunicação bi-direcional para a concessionária de controle e para a proprietária do equipamento, assim a coleta de dados poderá ser realizada em tempo real, ainda durante a operação. Esse processamento de dados levará à maior otimização da rede.

As informações e os equipamentos de controle adicionais reunidos na rede permitirão um controle dinâmico da voltagem do sistema. Isto permite uma voltagem do serviço eficiente para todos os consumidores e, consequentemente, uma economia de energia. Atualmente, a voltagem tende a ser determinada durante a instalação da linha, com reajustes periódicos, à medida que haja alteração significativa de carga. Isso pode levar alguns consumidores a alcançarem uma voltagem maior do que a necessária, enquanto outros alcançariam níveis inferiores ao ideal. Em ambos os casos, pode resultar em desperdício de energia. Os projetos atuais tendem a possuir equipamentos de regulagem com funcionamento de forma independente. Esta operação independente, geralmente eficiente, não é a ideal.

A implementação inicial de uma rede inteligente irá fornecer informações aos consumidores e, como cabe a eles usarem esta informação, a geração inicialmente prevista de economia pode não se realizar. Por exemplo, sem o controle direto do equipamento do consumidor, ele é quem deve tomar as medidas que afetam a sua economia de energia. Houve um caso recente em que foi fornecido aos consumidores sistema para indicar o custo da energia e como reduzir o gasto. Entretanto, o sistema não funcionou muito bem, provavelmente porque muitos clientes estavam no trabalho no período que deveriam fazer o ajuste e outros simplesmente não quiseram ajustar manualmente sua utilização elétrica ou alterar seus níveis de conforto.

Há uma grande oportunidade de aumentar a comunicação com consumidores, que permitirá o controle direto de cada equipamento em suas casas. Alguns consumidores perceberão que esse controle automático é mais conveniente se optarem pela tecnologia do tipo “ajuste e esqueça”. Esta opção vai permitir um aumento significativo da eficiência operacional da rede. Durante períodos de carga elevada, determinadas cargas poderão ser desligadas, ocasionando uma redução de custo de cada rede, menos emissão de dióxido de carbono e um uso mais eficiente das facilidades existentes. Por exemplo, desligar a carga por 15 minutos ou por 45 minutos pode gerar uma redução de 25%.

Muitas concessionárias vão explorar taxas diferenciadas, para diferentes horários do dia, em que o custo da eletricidade era estabelecido de acordo com seu valor real. Por exemplo, durante as horas de pico, entre 7h e 19h, a eletricidade pode ter um custo duas vezes maior que fora do horário 7h-19h. Com o uso das taxas diferenciadas, espera-se que diminua o uso da energia elétrica durante o horário de pico. Isto deverá diminuir o montante de geração requerida para operar o sistema. Este procedimento leva benefícios para a concessionária, que diminui sua necessidade de carga, e para o consumidor que por sua vez recebe uma conta menor.

À medida que vamos em frente com uma nova infraestrutura de rede, teremos inovações em hardware, comunicações e em toda a implantação de um sistema inteligente. Com este nível de otimização do sistema elétrico, serão abertas possibilidades de novas tecnologias para diminuir o impacto ambiental e o custo da conta de energia para o consumidor.

David Bassett é membro sênior e do Comitê de Normas da IEEE – Institute of Electrical and Electronic Engineers

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O poder dos ventos

Fonte: Valor Econômico – 18.02.2010 – Alan Charlton

O Reino Unido anunciou recentemente a aprovação de concessões de nove zonas costeiras para desenvolvimento de projetos de parques eólicos offshore até 2020. Isso poderá gerar um adicional de 32 GW de energia limpa aos 8 GW já concedidos em rodadas anteriores. O potencial de eletricidade a ser gerado equivale a quase três vezes o da hidrelétrica de Itaipu e poderá suprir quase toda a demanda residencial britânica, ratificando sua posição de liderança mundial de energia eólica offshore.

O recente anúncio faz parte de um plano do governo britânico para aumentar substancialmente o uso de energia renovável, não apenas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, mas para recuperar, em parte, sua auto-suficiência energética. O Reino Unido se comprometeu a produzir 15% da sua energia a partir de fontes renováveis até 2020, o que representará o aumento de quase sete vezes do que se tinha em 2008, ou seja, 2,25% de energias renováveis na matriz energética do país. Esse compromisso faz parte de uma ampla ação da União Europeia para aumentar o uso de energia renovável.

Investimentos altos serão necessários para se criar um setor de energia renovável robusto e próspero. Dessa forma, o governo vem buscando alternativas para maximizar as oportunidades econômicas e de geração de emprego. Acredita-se que a indústria eólica do Reino Unido poderá criar até 70 mil empregos e gerar 75 bilhões de libras para a economia. Atualmente, existem oito parques eólicos offshore em operação produzindo em torno de 700 MW e outros quatro parques em construção.

A expectativa é que, com o desenvolvimento dessas novas fontes de energia, a importação de gás seja reduzida entre 20% e 30% do que se espera para 2020. Isso significa aumentar a geração de eletricidade por fontes renováveis dos atuais 5,5% para mais de 30%. Acredita-se que mais de dois terços dessa geração virá da energia eólica, mas outras fontes como hidráulica, bioenergia, ondas e mares também terão a sua importância.

A energia eólica offshore é a fonte de energia renovável que mais cresce no Reino Unido e tem benefícios sobre outras fontes de baixo carbono. O país tem o maior potencial eólico na Europa, 33% do total. Com menores restrições de espaço, turbinas de até 10 MW podem ser instaladas, mesmo que o tamanho médio de uma turbina seja 5 MW. Quando comparada à turbina onshore, cujo tamanho médio é 2 MW, a energia eólica offshore se mostra mais confiável. Mesmo com os custos de instalação e operação significativamente mais altos, a energia eólica offshore compensa por ter um melhor resultado.

O governo tem implementado mudanças na legislação para facilitar o estabelecimento de parques eólicos offshore de grande escala. O Reino Unido se destaca na construção de parques offshore devido à sua expertise em construção marítima para a indústria de petróleo e gás natural.

Essas medidas são complementadas por mecanismos financeiros criados especialmente para fomentar a geração de eletricidade de fontes renováveis, como, por exemplo, os certificados verdes (ROC – Renewable Obligation Certificate). Recentemente esses certificados ganharam um peso maior para geração de energia eólica offshore de larga escala. O certificado que valia um ponto por MW/h gerado passou a valer 2 pontos. Estima-se que essa iniciativa vá gerar um montante de 400 milhões de libras a mais para apoiar o setor offshore. Além disso, o governo deve investir 50 milhões de libras em testes das instalações para energia eólica offshore.

O governo já realizou estudos ambientais para análise de impactos das construções de futuros parques eólicos marítimos e concluiu que não há barreiras para o desenvolvimento desse setor. Entretanto, o país irá tomar uma série de medidas de mitigação para prevenir, reduzir e compensar os impactos adversos ao meio ambiente e a outros usuários do mar. As zonas escolhidas estão localizadas até 20 milhas (32 km) da costa. Cada consórcio irá explorar essas áreas mais detalhadamente antes de submeter ações de planejamento. Outra medida foi a criação de uma diretoria específica no Ministério de Energia e Mudanças Climáticas (DECC) para implementar as metas do governo na área.

O desenvolvimento na área de produção offshore ainda é complementado por ações para garantir conexão mais rápida e inteligente à rede. Para tanto o governo irá investir na rede elétrica para que novas fontes renováveis e outras formas de geração possam ser conectadas adequadamente quando necessário. As ações envolverão incentivos para encorajar companhias de transmissão e distribuição a investir um montante equivalente a 4,7 bilhões de libras. O governo irá também investir em uma nova rede offshore, que deverá trazer oportunidades para investimento de até 15 bilhões de libras. Outro trabalho que vem sendo desenvolvido diz respeito ao acesso à rede para novos geradores de energia.

O conceito de “smart grid” (rede mais inteligente) também está sendo amplamente discutido e o governo já está trabalhando para desenvolver uma rede do futuro que irá automaticamente administrar a variabilidade de fontes renováveis, economizar energia e reduzir custos, com uma visão mais de longo prazo.

Estão em andamento discussões sobre uma rede integrada de energia renovável do Mar do Norte. Quando concluída essa rede irá permitir que o Reino Unido exporte a energia excedente para mercados deficitários ou estoque em usinas hidrelétricas em países como Noruega e Suécia.

Acreditamos que esse anúncio, que significa a maior expansão de energia eólica já vista no mundo, irá contribuir significativamente para as aspirações britânicas de uma mudança para uma economia de baixa emissão de carbono.

Alan Charlton é embaixador britânico no Brasil desde dezembro de 2008.

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SmartGrid.com.br

Desde o dia 10 de fevereiro de 2010 o Blog Smart Grid (www.redeinteligente.com) passou a ter um banner permanente no site brasileiro Smart Grid Forum & Expo (www.smartgrid.com.br) ao final da página.

Juntamente com a RPM Brasil a ECOEE organiza desde 2008 o Forum Latino Americano de Smart Grid, já com duas edições realizadas, ambas na cidade de São Paulo. Participei da última edição que aconteceu nos dias 09 e 10 de novembro (sim, no dia do apagão), e só tenho a dizer que todas as minhas expectativas foram superadas com relação ao evento.

O II Forum Latino Americano de Smart Grid contou com a participação de expoentes mundiais no tema, só para citar alguns participantes, assisti palestra de Michael Oldak, diretor senior do EDISON ELECTRIC INSTITUTE – EEI, no painel de Cenário da Regulação e Transformação Social, de Kurt Yeager sobre a Energia Perfeita (Perfect Power), do diretor executivo do ELECTRIC POWER RESEARCH INSTITUTE – EPRI, Acher Mossé, hoje na ITU, sobre Modernização da Infraestrutura no País, também do EPRI, palestra de Don Von Dollen, gerente do programa IntelliGrid, sobre Tecnologias, Interoperabilidade e Tendências.

No site do Smart Grid Forum & Expo é possível baixar todas as palestras clicando aqui. Para obter um resumo do que cada palestrante falou, bem como o perfil dos apresentadores, basta acessar o link.

Quem tiver a oportunidade de participar da terceira edição, que deve ocorrer provavelmente em 23 e 24 de agosto de 2010, eu recomendo.

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A eletricidade do Futuro

Fonte: OBV- 11.02.2010

A empresa norte-americana Silver Spring Networks (SSN), líder em soluções de rede de energia inteligente nos Estados Unidos, acaba de anunciar parceria com a empresa mineira Axxiom, especializada em sistemas de integração e gestão. As duas companhias estão trabalhando juntas para desenvolver um plano de implementação de sistemas de rede inteligente (smart grid) no Brasil.

O Brasil conta com 63 concessionárias, que são responsáveis pela distribuição de energia tanto para casas quanto para empresas de todo o país. Entretanto, estas concessionárias utilizam sistema analógico de medição e tecnologia antiga. A atualização para a rede inteligente irá transformar todo o sistema de eletricidade em uma rede moderna, que permitirá que consumidores e concessionárias revolucionem o modo como a energia é distribuída e controlada.

A rede de energia inteligente é uma plataforma única e unificada, que pode ser utilizada por uma concessionária para atender novas necessidades, como medição inteligente e automação da distribuição instantânea e inclusão de novas aplicações, como o gerenciamento da energia doméstica ou dos veículos elétricos. No Brasil, essa plataforma pode ser especialmente importante, já que há uma perda não técnica (“gato”) de aproximadamente R$ 7,6 bilhões em energia por ano. A rede de energia inteligente irá capacitar os consumidores a entenderem seu consumo de energia em tempo real e a gerenciar a integração com outras fontes de energia renováveis, como energia solar, por exemplo.

“O Brasil tem inúmeras e sofisticadas concessionárias de energia elétrica, muitas delas maiores do que a maior concessionária dos Estados Unidos”, diz John O’Farrell. vice-presidente executivo de desenvolvimento de negócios da Silver Spring Networks. “A Silver Spring Networks, em parceria com a Axxiom, espera trabalhar com essas companhias para fazer com que o Brasil seja também líder mundial em redes de energia inteligente”.

“A Axxiom acredita que esta parceria com a Silver Spring Networks é a solução de tecnologia de ponta que nos faltava, permitindo-nos ter um leque completo de soluções para a Gestão da Distribuição das Concessionárias. Acreditamos que a solução da Silver Spring Networks é de longe a melhor solução no mercado, seja em preço como em tecnologia e, que ao ser adotada, permitirá que as concessionárias criem as suas redes inteligentes e obtenham os inúmeros benefícios que esta rede pode trazer. A rede inteligente irá colocar o Brasil numa posição de destaque internacional”, afirma Miguel Sarmento, diretor comercial da Axxiom.

A SSN oferece uma solução completa em smart grid, incluindo hardware, software e serviços, que permite que as concessionárias se conectem com seus consumidores por uma rede de comunicação sem fio. A empresa também desenvolve aplicativos que podem se usados para medição inteligente, monitoramento e detecção de quedas de energia e liga-desliga do serviço elétrico de forma remota, por exemplo, quando os moradores de uma casa se mudam de endereço. A SSN tem trabalhado em parceria com concessionárias dos Estados Unidos, como a Pacific Gas & Electric, uma das maiores concessionárias dos EUA, que planeja que todos os seus 5,5 milhões de usuários estejam conectados à rede inteligente nos próximos anos.

Em abril de 2009, a FPL, a Prefeitura de Miami, General Electric e a SSN anunciaram o plano Energy Smart Miami, para instalação de 1 milhão de medidores inteligentes, assim como redes domésticas, carros elétricos e painéis de energia elétrica, nos próximos dois anos, tudo com base na plataforma de rede inteligente da Silver Spring Networks.

No Brasil, a substituição do atual sistema analógico pela rede de energia inteligente requer aprovação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que abriu consulta pública sobre o assunto no inicio deste ano.

Sobre a Silver Spring

A Silver Spring Networks é uma das principais empresas do mundo em soluções para rede inteligente, que permite que as concessionárias aumentem sua eficiência operacional, reduzam a emissão de carbono, além de capacitar o consumidor a novas formas de monitoramento e gerenciamento do seu consumo de energia. SSN oferece uma solução completa, incluindo hardware, software e serviços, que permite que as concessionárias empreguem e executem um número ilimitado de aplicações avançadas, incluindo medição inteligente – Resposta à Demanda, Automação de Distribuição e Geração Distribuida, com base numa única e unificada rede.

A rede de energia inteligente da SSN é baseada em padrões abertos de Protocolo de Internet (IP), permitindo comunicação continua em duas vias entre a concessionária e todo e qualquer dispositivo ligado à rede. A Silver Spring Networks tem trabalhado em parcerias com concessionárias nos Estados Unidos como Pacific Gas & Electric, a Florida Power and Light (FPL), Oklahoma Gas & Electric, Pepco Holdings, Inc (Washington, Delaware, Maryland e New Jersey), Commonwealth Edison (Chicago), assim como empresas australianas como Jemena Electricity Network, United Energy Distribution e Citipower/Powercor Em 2008, o Fórum Mundial Econômico premiou a SSN como Pioneira em Tecnologia. Para outras informações sobre a empresa, acesse www. silverspingnetworks.com.

Sobre a Axxiom

A Axxiom é uma empresa de Serviços e TI constituída por importantes players do setor elétrico brasileiro, destacando-se entre elas a CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais, a Nansen, a Leme Engenharia e a FIR Capital, entre outras. A Axxiom atua principalmente nos segmentos de Desenvolvimento e Implantação de Sistemas de Gestão para a Rede de Distribuição (Sistemas Georeferenciados), Desenvolvimento de Sistemas de Gestão de Ativos, Sistemas Scada, Sistemas de Vídeo Vigilância Patrimonial e Operacional e agora com Smart Grid.

Esta parceria com a Silver Spring Networks, para redes inteligentes, vai permitir à Axxiom fazer a integração dos Sistemas de TI georeferenciados das diversas concessionárias com as redes de distribuição em todos os níveis, ou seja, até ao consumidor, através do seu medidor, além de todos os equipamentos da rede, como transformadores, religadores, banco de capacitores, reguladores de tensão, etc. Para mais informações www.axxiom.com.br.

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Visões da Rede Inteligente

Selecionei seis vídeos (em inglês não muito difícil) bastante assistidos no You Tube, que monstram diferentes pontos de vista e tecnologias demonstrativas da rede inteligente:

A Smart Grid for Intelligent Energy Use (Uma Rede Inteligente para o Uso Inteligente de Energia)

O primeiro vídeo foi produzido pelo IEEE  e tem a seguinte descrição: A Rede Inteligente envolve o uso de tecnologias de comunicações e computação para transmitir e distribuir energia de forma mais eficiente. Este vídeo descreve a rede inteligente e como ela irá reduzir nossa pegada de carbono através da eficiência energética e a integração de fontes renováveis de energia. (Acesso: 01:10 -- 11.02.2010; Exibições: 42725; Duração: 8min53s)

Smart Grid: Virtual Power Plant (Rede Inteligente: Planta Virtual de Potência)

Através do projeto piloto McAlpine Smart Energy na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte, a Duke Energy está criando uma planta virtual de potência usando fontes distribuídas de energia tais como painéis solares, baterias e sistemas residenciais de gerenciamento de energia. (Acesso: 01:17 -- 11.02.2010; Exibições: 6787; Duração: 3min44s)

CISCO Smart Grid (Rede Inteligente CISCO)

Rede Inteligente é o nome para um sistema de energia inteligente. Cisco a define como uma rede conectava, eficiente e segura de ponta-a-ponta que integra todas as fontes e demandas de energia. Integração ponta-a-ponta significa comunicação e gerenciamento ponta-a-ponta de enormes fluxos de dados em tempo real. Assim como na Internet, só que ao invés do roteamento de fluxos de informação, a rede inteligente precisa rotear fluxos de eletricidade da forma mais eficiente possível. (Acesso: 01:28 -- 11.02.2010; Exibições: 5717; Duração: 4min38s)

Duke Energy: Envision Smart Energy (Duke Energy: Visionando a Energia Inteligente)

Como se parece um futuro possível com uma rede inteligente? E o que isso significa para os consumidores? Neste vídeo, a Duke Energy oferece uma visão. Ele foi vislumbrado em uma locação na companhia Envision Center próxima à cidade de Cincinnaty, no estado de Ohio. (Acesso: 01:34 -- 11.02.2010; Exibições: 2504; Duração: 8min43s)

Killers Apps for the Smart Grid (Aplicações Matadoras para a Rede Inteligente)

Scott McGaraghan, diretor de desenvolvimento de negócios para a EnerNoc, Inc., discute tecnologias atuais e em desenvolvimento que maximizam os potenciais benefícios de economia de energia em nível local e nacional de sistemas de rede inteligente. O encontro Seminário em Energia acontece durante o ano acadêmico às quartas-feiras, na Universidade de Stanford, de 4h15 às 5h15 da tarde. Para uma listagem dos apresentadores que virão no Seminário em Energia, por favor visite a listagem de eventos no sítio web do Woods Institute for the Environment. (Acesso: 01:43 -- 11.02.2010; Exibições: 2355; Duração: 49min34s)

Smart Grid Animation (Animação de Rede Inteligente)

Vídeo da IBM mostrando de forma animada para qualquer criança entender, como funciona a rede inteligente, quais são seus benefícios e o que ela permite. (Acesso: 01:46 -- 11.02.2010; Exibições: 2125; Duração: 1min58s)

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Explode o custo da Rede Inteligente no Colorado

Fonte: dailycamera – 06/02/2010

A Xcel Energy começou a cobrar os consumidores pelo estado do Colorado para compensar parte dos custos, que não param de subir, que a empresa investiu no desenvolvimento do seu projeto de rede inteligente na cidade de Boulder.

Em resposta, a Comissão de Utilitárias Públicas do Colorado (Colorado Public Utilities Comission – CPUC), o órgão regulador de serviços públicos do estado, decidiu participar mais ativamente na regulação da Xcel “SmartGridCity”, o que os reguladores disseram que irá resultar em aumento da transparência do projeto.

A rede inteligente também permite que a Xcel leia os medidores em Boulder remotamente, redirecione o fluxo de potência para desviar de linhas com defeito e detecte desligamentos de energia sem que as pessoas precisem ligar para a empresa. Em última análise, o sistema finalizado também irá permitir que os consumidores vejam em tempo real os dados que refletem seu uso de energia e então tomem decisões de conservação de energia sobre como os dispositivos domésticos consomem energia e quando.

Quando Boulder foi escolhida para o projeto de rede inteligente em março de 2008, Xcel Energy projetou que o capital que seria gasto para a SmartGridCity era em torno de $ 15,3 milhões de dólares. Em maio de 2009, Xcel mudou o custo do seu projeto para $27,9 milhões de dólares, e agora a companhia acredita que a conta total será de $42,1 milhões, não incluindo os custos de operação e manutenção da nova rede.

Uma grande parte do aumento do preço alvo está associada com a dificuldade não prevista de construção do sistema de fibras óticas.

“A companhia tem que instalar mais fibra enterrada do que o inicialmente projetado, substancialmente aumentando o custo…” num documento oficial escrito pela Xcel e entregue em maio último à comissão. “Nós também nos encontramos em condições inesperadas de construção tal como ter de perfurar granito com brocas de diamante e remover grandes pedras com gruas e caminhões…”

Em 4 de dezembro, a CPUC aprovou o pedido da Xcel Energy para aumentar o preço para os consumidores em 6,5 %. A maior parte do aumento será usada para pagar Comanche 3, uma nova unidade da Xcel de queima de carvão na sua planta de geração fora de Pueblo.

Mas $ 11 milhões do aumento da taxa – que passou a valer em 1 de janeiro – é destinada a cobrir os custos associados com a rede inteligente de Boulder, incluindo o capital de investimento, impostos e salários de operação e manutenção para 2009 e 2010, de acordo com Karen Hyde, vice-presidente da Xcel para assuntos de tarifas e regulatório.

E embora a comissão tenha aprovado o aumento de tarifa, o fato de a Xcel estar pedindo permissão para onerar todos os seus consumidores do Colorado por parte dos custos da rede inteligente – o que não era parte do plano original da companhia – foi uma bandeira vermelha para alguns reguladores. Eles ficaram preocupados de que a Xcel não tinha claramente delineado todas as fontes de financiamento para o projeto, entre outras coisas.

Desde o começo, a Xcel planejou trazer parceiros da indústria que poderiam compartilhar o custo do projeto, que irá exceder $ 100 milhões, incluindo operação e manutenção. Agora, a Xcel tem sete “membros do consórcio”, mas não está claro qual será a contribuição financeira deles.

“Com respeito ao co-investimento de parceiros estratégicos, restam questões sobre o percentual de contribuição desses parceiros,” disse Harry DiDomenico, um analista de tarifas da comissão de utilitárias, sobre o pedido de aumento de tarifa da Xcel em uma audiência da Comissão no outono passado. “Sem saber o nível de participação como em relação aos custos do projeto, é difícil saber qual a parte dos contribuintes, se houver. Além disso, está claro que nem todas as fontes de financiamento para o projeto têm sido acessadas.”

Em 24 de dezembro, os reguladores, por insistência da cidade de Boulder, decidiram requerer à Xcel um Certificado de Conveniência e Necessidade Pública. Normalmente, estes tipos de certificados são fornecidos pelas empresas de serviços públicos antes de construírem nova infraestrutura, como por exemplo, plantas de geração e linhas de transmissão, para provar que o investimento seria necessário e prudente.

Requerendo um Certificado de Conveniência e Necessidade Pública para a rede inteligente poderia dar à CPUC a capacidade de regular o projeto.

“Os contribuintes poderiam ganhar o benefício de uma estrutura regulatória que criaria um ambiente onde, além de outras coisas, custos são conhecidos e mensuráveis, e o benefício desses custos para o contribuinte podem ser apurados,” DiDomenico disse.

Reguladores disseram que sua decisão de requerer um certificado não significa que eles são contra o projeto de rede inteligente.

“Nós acreditamos que o conceito de rede inteligente detém grande promessa e nós desejamos encorajar inovação e eficiência energética das empresas de serviço público que nós regulamos,” os reguladores escreveram na sua decisão de 24 de dezembro.

Jonathan Koehn, coordenador regional de sustentabilidade de Boulder, disse que a cidade também apóia tanto o projeto de rede inteligente e o Certificado de Conveniência e Necessidade Pública.

“Nós acreditamos que isso é apropriado para a comissão para ver como será tratado o projeto em termos de cronograma e futuro financeiro,” disse Koehn em um e-mail. “Nós estamos muito otimistas sobre o potencial capital de investimento na SmartGridCity. Contudo, a cidade também acredita que questões importantes sobre o projeto SmartGridCity permanecem sem respostas.”

Por exemplo, Koehn disse que a cidade nunca obteve uma resposta sobre quem deveria pagar pelo projeto e se o custo final é justificado em termos de economias operacionais e ambientais.

A Xcel apelou da decisão da comissão de solicitar um certificado à companhia – isto poderá expor muitas decisões futuras sobre a rede inteligente a um longo processo burocrático – mas a comissão negou o pedido na semana passada.

“Nós não percebemos que o Certificado de Conveniência e Necessidade Pública seria necessário porque nós vemos isto como um curso normal de negócio e realização de melhorias no sistema,” disse o porta-voz da Xcel Tom Henley.

Henley também disse que o aumento no custo previsto da rede inteligente não é motivo para alarme.

“SmartGridCity sempre foi um processo de pesquisa e desenvolvimento,” ele disse. “É um laboratório vivo e respirando, e nós sempre dissemos ao longo da sua existência que existem partes que irão funcionar e partes que não irão.”

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Fórum reúne em vitória as maiores autoridades em energia do país

Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento – 01.02.2010

Cenários do setor de petróleo e gás, as tecnologias do futuro no dia-a-dia dos brasileiros e a polêmica em torno da implantação de novas usinas nucleares no Brasil serão os principais temas em debate no III Fórum Capixaba de Energia, que acontece no dia 23 de março, no hotel Radisson, em Vitória.

Com uma expectativa de mais de 500 participantes, o evento contará com a participação de gestores públicos, pesquisadores, estudantes, profissionais da área, empresários, autoridades e representantes de organizações não-governamentais. A organização é da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes) e da Agência de Serviços Públicos de Energia do Estado (Aspe).

A primeira palestra do evento contará com a participação do secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, que vai falar sobre a Política Nacional de Petróleo e Gás Natural.

Almeida, que é funcionário de carreira da Petrobras e um dos coordenadores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do setor petróleo e gás, foi nomeado em agosto do ano passado como secretário no lugar de José Lima de Andrade Neto, que assumiu a presidência a BR Distribuidora.

Logo após a palestra de Almeida, às 10h45, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, vai apontar as perspectivas do setor elétrico brasileiro, além de destacar a importância e o crescimento do Espírito Santo no cenário nacional.

Dentre os últimos projetos de geração de energia elétrica, o Estado saiu na frente e receberá nove termelétricas – sendo cinco movidas a gás natural – até 2013, multiplicando em três vezes a oferta de energia no País.

Pela programação, às 14 horas, uma mesa redonda promete esquentar o debate em torno de “Novas Tecnologias e Sustentabilidade”. Projetos ligados a energia solar, veículos elétricos, smart grid (rede inteligente) e ônibus a hidrogênio serão apresentados por dirigentes de empresas e associações como as soluções do futuro.

A mesa será composta pelo presidente MPX Soluções Integradas, Eduardo Karrer; pelo diretor-presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), Pietro Erber; pelo gerente executivo da EDP Bandeirante, Vitor Luiz Gardiman; e pelo diretor-presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Júlio Antônio de Freitas Gonçalves.

Para finalizar a programação do III Fórum Capixaba de Energia, o diretor-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, vai falar sobre a ampliação da energia nuclear no Brasil.

Em entrevistas recentes, Silva destacou que, de acordo com um levantamento feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em um cenário conservador, a demanda seria pela implantação de quatro novas centrais de 1.000 MW até 2030.

Serviço

Os interessados em participar do III Fórum Capixaba de Energia devem estar atentos: as inscrições, que são limitadas, serão abertas no próximo dia 08 e poderão ser feitas pelo site da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (www.sedes.es.gov.br).

III Fórum Capixaba de Energia

Data: 23 de março

Local: Hotel Radisson

Horário: 9h às 17h15

“O Fórum tem sido um instrumento importante para debater as políticas nacionais de energia e seus impactos para o desenvolvimento capixaba. O evento tem colaborado também para aumentar a visibilidade junto a investidores e especialistas do potencial de investimento do Espírito Santo nesta área.

No ano passado, contamos com a participação expressiva de profissionais e investidores de outros estados, além de forte presença da comunidade empresarial local.

O Fórum já se consolidou como um instrumento de formulação da política energética do Estado em reforço a atuação da Sedes e da Aspe. Nos últimos anos, os investimentos em termelétricas e PCH’s estão mudando a matriz energética do Estado e a perspectiva de continuidade do crescimento deverá criar outras oportunidades de investimentos”.

Guilherme Dias, secretário de Estado de Desenvolvimento

“Na terceira edição do Fórum Capixaba de Energia, a Sedes e a Aspe tiveram uma preocupação em trazer para o debate temas que ainda não foram aprofundados no Espírito Santo, como o da energia nuclear e das novas tecnologias que despontam como soluções sustentáveis.

O objetivo é inserir os assuntos dentro da perspectiva de crescimento da matriz energética do Estado, que hoje já é considerado exportador de gás e petróleo e, acredito, que está no caminho da autossuficiência da energia elétrica”.

Maria Paula Martins, diretora-geral da Agência de Serviços Públicos de Energia do Estado (Aspe)

Confira a programação

8:00 Credenciamento

9:00 Solenidade de Abertura com Secretário de Estado de Desenvolvimento

9:30 Palestra: Política Nacional de Petróleo e Gás Natural

Marco Antônio Martins Almeida – Secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia – MME

10:15 Perguntas

10:30 Intervalo

10:45 Palestra: Perspectivas de Expansão do Setor Elétrico Brasileiro Nelson Hubner – Diretor Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL

12:15 Perguntas

12:30 Intervalo para Almoço

14:00 Mesa Redonda:Novas Tecnologias e Sustentabilidade Energia Solar – Eduardo Karrer – Presidente da MPX Soluções Integradas

Veículos Elétricos – Pietro Erber – Diretor-Presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos

Smart Grid – Vitor Luiz G. Gardiman – Gerente Executivo da EDP Bandeirante

Ônibus a Hidrogênio – Júlio Antônio de Freitas Gonçalves – Diretor-Presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos

15:30 Perguntas

15:45 Intervalo

16:00 Palestra: Ampliação da Energia Nuclear no Brasil Othon Luiz Pinheiro da Silva – Diretor-Presidente da Eletronuclear

17:00 Perguntas

17:15 Encerramento

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Oracle anuncia o Oracle® Utilities Customer Care and Billing Release 2.3

Fonte: Oracle Brasil – 20.01.2010

A Oracle anuncia a disponibilidade do Oracle Utilities Customer Care and Billing 2.3, que inclui aprimoramentos que ajudam as empresas de serviços públicos a melhorarem o atendimento ao cliente e o suporte às iniciativas de smart grid, alcançarem novos mercados e reduzirem o custo total de propriedade.

O Oracle Utilities Customer Care and Billing contribui para o gerenciamento de todo o ciclo de serviços do cliente, como conexão de serviço, gerenciamento das leituras de medições (índice e intervalos), faturamento complexo, processamento de pagamentos e cobrança de dívidas. Além disso, o produto oferece suporte a serviços de campo, gerenciamento das medições e de conservação, vendas e marketing, bem como um mecanismo de classificação muito flexível e um eficiente aplicativo de gestão de central de atendimento.

O Oracle Utilities Customer Care and Billing 2.3 ajuda a gerenciar os principais aspectos do ciclo de vida dos clientes das empresas de serviços públicos por meio dos seguintes recursos:

  • melhor atendimento ao cliente – oferece serviços de caixa com suporte a pagamentos em várias moedas;
  • suporte ampliado a iniciativas de smart grid – para auxiliar as iniciativas de smart grid, permitindo que se trabalhe com diferentes cenários de medição de rede em que o cliente obtém sua própria fonte de energia renovável;
  • conquista de novos mercados – permite que as empresas do setor público ampliem sua participação nos mercados em que atuam e conquistem novos segmentos, com a funcionalidade adicional para validação de números de identificação tributária e federal comuns na Espanha, na Argentina e em Portugal; além de oferecer mais opções de conciliação da contabilidade fiscal;
  • redução no custo total de propriedade – permite a redução de custos e esforços de implementação geral e manutenção contínua. Para tanto, a solução oferece recursos para uso imediato, como aprimoramento das funções de gestão de índices e maior automação dos processos, com o sistema configurado para oferecer melhor suporte à natureza dinâmica da classificação entre todas as jurisdições.

Citações de apoio

“Esta nova versão do Oracle Utilities Customer Care and Billing é um exemplo do compromisso da Oracle com a constante inovação. Estamos contentes em continuar aprimorando os benefícios e as opções que oferecemos aos clientes”, diz Linda Jackman, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos Oracle Utilities da Oracle Corporation.

Recursos de Suporte

  • Oracle Utilities (em inglês)
  • Oracle Utilities Customer Care and Billing (em inglês)
  • Blog do Oracle Utilities (em inglês)
  • Canal do Oracle Utilities no YouTube
  • Oracle Utilities no Twitter
  • Oracle Utilities no Facebook

Sobre a Oracle Utilities

A Oracle Utilities oferece aplicativos testados e aprovados que ajudam empresas de serviços públicos de todos os tamanhos a alcançarem vantagem competitiva, excelência no desempenho nos negócios e redução no custo total de propriedade em tecnologia. A Oracle Utilities integra recursos de faturamento e atendimento ao cliente específicos do setor, gerenciamento de rede, de ativos e serviços e da força de trabalho móvel. As soluções abrangem programas de gerenciamento de dados de medição com recursos dos aplicativos de negócio Oracle líderes de mercado, ferramentas de Business Intelligence, middleware e tecnologias de banco de dados. O software permite que os clientes se adaptem à retirada do controle governamental do mercado com mais agilidade, atendam às exigências cada vez maiores dos consumidores e cumpram com seus compromissos de conservação ambiental. Além disso, a Oracle Utilities contribui para que os clientes se prepararem para iniciativas de medição inteligente e smart grid, que aumentam a eficiência e oferecem indicadores de inteligência cruciais, capazes de contribuir com um melhor embasamento para pessoas físicas e jurídicas tomarem decisões acertadas com relação ao consumo de água e energia. Para mais informações, visite o site www.oracle.com/goto/utilities.

Sobre a Oracle

A Oracle (NASDAQ: ORCL) é a maior empresa de software de negócios do mundo. Para obter mais informações sobre a Oracle, visite o site http://www.oracle.com.

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Projeto Inovgrid começa em Portugal com a instalação de novos medidores ainda neste mês

Fonte: Jornal de Negócios – 01.02.2010

Portugal irá começar este mês com a implementação, em larga escala, de uma rede elétrica inteligente, ou “smart grid”. Planejada desde o final de 2007, a iniciativa, a cargo de um consórcio liderado pela EDP, e constituído pela Janz, Inesc Porto, Eface e Logica, teve atrasos. Mas agora sairá do papel.

Três anos depois de ter sido anunciado, o projeto Inovgrid deverá começar a partir deste mês com a instalação de 50 mil novos medidores de energia, com funcionalidades que permitirão ao consumidor doméstico conhecer melhor os seus gastos, saber onde pode poupar e, no futuro, qual a melhor hora para vender energia à rede.

Com a “smart grid”, “o consumidor terá sempre mais liberdade de escolha, mais informação, mais capacidade de gerir a sua fatura de energia”, diz o presidente da EDP, António Mexia, em declarações ao Jornal de Negócios.

O mesmo responsável evita entrar em detalhes sobre a operacionalização que se aproxima. No ano passado estiveram em teste 600 medidores. Agora serão 50 mil, dos quais 31 mil em Évora e os restantes em Lisboa, Viana do Castelo e Cantanhede.

A fase seguinte decorrerá entre este ano e o próximo, de modo a chegar aos 600 mil consumidores residenciais. A EDP prevê cobrir a totalidade dos seis milhões de clientes entre 2011 e 2017.

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