Inteligência artificial

Fonte: Istoé Dinheiro – 20.08.2010 Por Érico Polo

Alta tensão: atualmente, cerca de 50% da energia elétrica brasileira está sob a responsabillidade de sistemas e equipamentos da Siemens

Em um futuro não muito distante, qualquer pessoa poderá acessar o medidor de luz de sua casa, por meio da internet, e programar a melhor hora – quando o preço da energia estiver mais baixo, de preferência – para ligar a máquina de lavar roupas.

E essa é somente uma das facilidades possíveis com o medidor eletrônico que está sendo projetado pela Siemens, gigante alemã com receita global de E 76 bilhões. O desenvolvimento do equipamento é apenas uma pequena parte de um negócio muito mais amplo, e que está na mira da companhia desde 2000, conhecido pelo nome de smart grid.

Essa tecnologia permite que os consumidores se comuniquem com as distribuidoras de energia. Para as concessionárias, o equipamento pode representar um golpe mortal nos furtos de energia, os famosos gatos, que consomem perto de 5% do fornecimento de eletricidade.

Só a modernização das redes que ligam as distribuidoras às residências deve movimentar cerca de R$ 20 bilhões. Ainda não está definido, contudo, se é o consumidor ou a concessionária que vai arcar com esse custo. Mesmo assim, a Siemens já começou a se articular para conquistar uma fatia da bolada que o país tem de gastar com a modernização do seu sistema de energia elétrica.

Uma conta que, com o smart grid, pode alcançar R$ 100 bilhões, diz Cyro Boccuzzi, da consultoria ECOee.Para começar, no ano passado a Siemens ganhou um contrato, no valor de R$ 38 milhões, para desenvolver e instalar o novo sistema de gerenciamento utilizado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), entidade que coordena os serviços de geração e transmissão de energia.

“É um passo importante para a Siemens, que já tem presença significativa nesse setor. Hoje, equipamentos e softwares com a nossa marca são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada no País”, diz Guilherme Mendonça, diretor de automação da Siemens do Brasil, à DINHEIRO.

Assim, caberá à companhia reforçar a inteligência da estrutura da ONS. A explicação para isso é que os equipamentos e softwares utilizados atualmente não suportam a entrada em operação das novas usinas (hidrelétricas, termelétricas e eólicas) previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Além dessa segurança estrutural, a Siemens espera, no futuro, vender a tecnologia associada ao smart grid como uma ferramenta de combate ao desperdício de energia nos 63 milhões de clientes residenciais das distribuidoras de eletricidade.

Com isso, eles poderão acompanhar seu nível de consumo, escolhendo a melhor hora para ligar equipamentos que gastam mais, como o chuveiro elétrico e a secadora de roupas. Ou seja, uma administração de tarifas, exatamente como se pode fazer na telefonia. “Os consumidores terão uma noção melhor do preço pago pela energia e, com isso, o País poderá evitar um desperdício da ordem de 15%”, avalia João Carlos Mello, presidente da consultoria Andrade & Canellas.

O smart grid se insere na linha dos produtos e serviços com viés de sustentabilidade, itens estratégicos para o futuro da Siemens. Em 2009, esse nicho rendeu E 23 bilhões, em nível global, à corporação alemã. Mesmo antes da regulamentação do funcionamento das redes inteligentes no Brasil, a subsidiária já começou a investir em pesquisa e infraestrutura.

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Siemens entra na corrida para atender nova forma de pagamento

Fonte: Brasil Econômico – 11.08.2010 Por João Paulo Freitas e Priscila Machado

A alemã Siemens é uma das empresas que aguardam um sinal positivo do governo brasileiro para avançar na distribuição e produção local de equipamentos para smart grid, isto é, rede elétrica inteligente. De acordo com Guilherme Mendonça, gerente geral de vendas da Siemens Energia, a companhia tem forte atuação no mercado europeu e quer trazer ao Brasil as mesmas soluções para redes inteligente que já vende por lá. “Isso já está acordado com a nossa matriz. Poderemos produzir localmente a estrutura necessária, sozinho ou por meio de parceiros” diz.

Entre as soluções que a companhia pretende trazer ao país estão equipamentos que possibilitariam da cobrança antecipada — isto é, a venda de energia por um modelo pré-pago — e a diferenciação de tarifas conforme a hora do dia. “São aplicativos que permitirão ao cliente das distribuidoras acompanhar, pela internet, em quais horários ele está consumindo mais e em que ele está gastando”, afirma. “Já as companhias poderão oferecer novos planos de pagamento e ligar e desligar o fornecimento sem a necessidade de ir até a casa do consumidor, além de se protegerem contra fraudes”, diz Mendonça.

Segundo o executivo, a grande questão sobre o tema gira em torno de quem arcará com as despesas na implementação do novo sistema. “O principal desafio é obter fontes de financiamento para isso. Como fornecedores, estamos na expectativa.”

Cyro Boccuzzi, presidente da consultoria Eco EE e do Fórum Latino Americano de Smart Grid, acredita que o consumidor não deverá pagar diretamente pela substituição dos medidores residenciais analógicos por outros mais modernos e capazes de operar na rede inteligente, já que a instalação desses equipamentos é de responsabilidade das concessionárias. Mas ele observa que o processo de troca não será simples. “Existem 63 milhões de medidores no Brasil. Levará um tempo considerável até os novos medidores estarem operando”, avalia.

Devido aos custos desse processo, o especialista acredita também que a nova tecnologia chegará primeiro aos grandes clientes. “Os gastos serão primeiramente direcionados aos consumidores capazes de gerar mais benefícios ao sistema elétrico com o uso da rede inteligente, como as grandes instalações residenciais e principalmente as comerciais e industriais de maior porte”, diz Boccuzzi. Apesar da avaliação de que inicialmente apenas os grandes clientes devem ser beneficiados, Boccuzzi observa que o novo modelo acabará beneficiando também os consumidores de menor rendimento.

Se, por um lado, a implantação de um sistema de distribuição de energia no formato pré-pago não depende da existência de uma rede inteligente, esse modelo se tornaria popular com ela, já que o consumidor poderia controlar melhor a energia que comprou com antecedência. “Da mesma forma que as pessoas de baixa renda sabem como usar o celular pré-pago, elas poderão adquirir uma quantidade de energia que cabe no seu bolso e procurar os melhores horários para utilizá-la”, afirma.

A brasileira Treetech, desenvolvedora de sensores inteligentes para subestações de energia elétrica e de um software de monitoramento — soluções voltadas ao atendimento da base das redes inteligentes —, também aguarda com ansiedade as definições da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa avalia que o novo sistema de distribuição impulsionará seus negócios. “Será necessário modernizar a rede e isso deve gerar um aumento significativo da demanda por sistemas que possam ajudar as empresas a cuidar e proteger seus ativos elétricos”, diz Gilberto Moura, diretor de marketing da Treetech.

Enquanto o Brasil não ingressa no mundo das redes inteligentes, a Treetech avança mundo afora. Em2009, 15% do seu faturamento foi proveniente de vendas para o exterior. A previsão da empresa é que esse percentual passe dos 50% em três anos.

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Siemens IT e SAP apresentam novas soluções para mercado de energia

Fonte: Convergência Digital – 26.07.2010

Atenta às futuras demandas do mercado para redes inteligentes de energia (smart grids), a Siemens IT Solutions e Services expande sua parceria com a SAP para acelerar a aplicação de produtos e tecnologias para o setor elétrico. Com o novo acordo, empresas da área terão acesso a três novas soluções da Siemens IT integradas a aplicativos SAP: Siemens Energy Management Suite (EMS), voltada para usinas geradoras, Grid Asset Management Suite (GAMS) para operadores de rede de transmissão e distribuição, e Smart Meter Integration and Enablement (SMIE), específico para prestadores de serviços de medição.

“Atualmente as empresas geradoras de energia precisam estar prontas não só para planejar e operar a produção, mas para deixá-la mais eficiente de acordo com a necessidade de seus clientes. Essa postura exige um alto grau de planejamento, flexibilidade organizacional e novos modelos de negócio”, afirma Fernando Simões, Gerente de Estratégia e Portfólio da Siemens IT Solutions and Services.

O Siemens Energy Management Suite (EMS) é uma solução de negócios SAP para uso em usinas de energia de diferentes portes. Por meio de sua integração ao SAP Enterprise Asset Management e aos sistemas de controle do complexo usineiro, a solução aumenta a eficiência operacional e de manutenção, além de ampliar o desempenho de toda a frota ao usar uma gestão especial de cockpits.

“A parceria com a Siemens IT permitirá que a SAP auxilie as empresas de geração de energia a integrarem melhor os processos de operação das usinas à etapa final, com mais clareza e flexibilidade de ponta a ponta”, completa Klaus Heimann, diretor de Serviços Industriais da SAP. “A Siemens Energy Management Suite, agora apoiada pela SAP e integrada ao SAP Enterprise Asset Management, proporcionará economia de gastos operacionais, bem como redução do custo de propriedade para os geradores de energia. “

Já com a solução Grid Asset Management Suite (GAMS), a Siemens IT ajuda a gerenciar a complexidade crescente das redes de energia, permitindo que as empresas de transmissão e distribuição avaliem estruturalmente seus sistemas e redes. Com base em aplicações SAP, a solução permite a interligação entre os sistemas usados na gestão financeira (ERP) e de tecnologia (SCADA, NIS) para maior confiabilidade do serviço.

Na ponta da cadeia, o uso racional da energia elétrica e o monitoramento sobre gastos e desperdícios serão beneficiados pela solução Smart Meter Integration and Enablement (SMIE). A redes inteligentes de energia desempenharão um papel importante no futuro. Esse sistema tornará possível gerenciar um grande número de geradoras de energia local e integrar, ativamente, consumidores livres ou clientes finais. Além dessa ligação, as redes inteligentes desempenharão papel fundamental na concretização dos objetivos energéticos até 2020, como aumento da eficiência energética, redução das emissões de CO2 e ampliação da cota de energias renováveis a uma taxa de 20% cada.

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Privacidade é desafio para rede elétrica inteligente

Fonte: G1 – 25.06.2010

Reino Unido – A cautela dos consumidores pode dificultar o lançamento de tecnologias inteligentes se não houver controle sobre os dados e acesso aos aparelhos, disseram executivos esta semana.

As tecnologias de “rede elétrica inteligente” podem ajudar as empresas do setor a controlar melhor o consumo de energia, atenuando os picos de demanda e reduzindo o consumo total.

As tecnologias têm por base medidores de eletricidade que exibem o consumo aos usuários em tempo real e permitem comunicação sem fio com as distribuidoras. Isso torna possível para as empresas prever a demanda, cobrar mais nos horários de pico e até mesmo desligar aparelhos a distância.

A introdução dessas tecnologias está apenas começando e atrai comparações ao lançamento da Internet rápida uma década atrás, mas o ritmo está se intensificando.

O Reino Unido, por exemplo, planeja adotar os novos medidores de eletricidade em todo o país, por acreditar que eles oferecem benefícios em termos de segurança e emissões de carbono.

Mas a capacidade dos relógios para recolher dados gerou comparações com “espiões” nas casas das pessoas.

“Nós, da Siemens, temos a tecnologia para registrar (o consumo de energia) a cada minuto, segundo, ou microssegundo, mais ou menos em tempo real”, disse Martin Pollock, da Siemens Energy, divisão da gigante da indústria alemã que oferece serviços de medição de consumo de eletricidade.

“Com base nisso somos capazes de inferir agora quantas pessoas estão na casa, o que fazem, se estão no andar de cima ou de baixo, se têm um cachorro, quando costumam sair da cama, quando saíram da cama no dia em questão, a que horas tomam banho, são massas de dados privados”, disse.

“Acreditamos que as autoridades regulatórias precisem enviar um forte sinal indicador de que os dados pertencem aos consumidores e só a eles. Acreditamos que de outra forma isso bloqueará a adoção da tecnologia pelas pessoas”, disse ele durante a conferência Smart Grids and Cleanpower, em Cambridge.

Máquina de lavar

Os simpatizantes da tecnologia apoiam benefícios como a possibilidade de se programar eletrodomésticos individuais a ligarem quando a energia está mais barata ou quando seus paineis solares não estão funcionando.

A tecnologia também permite que as distribuidoras de energia elétrica incentivem os consumidores a usarem máquinas de lavar ou a carregar carros elétricos à noite, por exemplo, quando as tarifas cobradas podem ser mais baratas.

“Uma caixa cinza que te espiona e torna suas contas maiores não cai bem, mas a tecnologia não precisa ser vista sob essa perspectiva”, afirma Pilgrim Beart, fundador da AlertMe, especializada em mostradores digitais.

Beart citou preocupações na Holanda sobre a propriedade dos dados e reclamações na Califórnia sobre aumento nas contas de luz.

Outra preocupação, no entanto, é sobre um potencial mau uso pelas companhias de energia da nova capacidade de ligar e desligar equipamentos remotamente.

“Haverá muita resistência sobre a ideia de uma companhia de energia dizer às pessoas quando elas têm que lavar a roupa”, disse Chris Wright, vice-presidente de tecnologia da Moixa Technology.

Em um piloto do sistema nos Estados Unidos, consumidores se mostraram satisfeitos em alterar os horários em que usam o microondas, mas não de lavadoras de roupas, afirmou Martin Ansell, da GE.

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Exposição mostra seu lado verde em Xangai

Fonte: China Daily – 07.06.2010

China – Estima-se que ao longo dos seus seis meses de duração, um total de 70 milhões de pessoas irão visitar a Expo 2010, em Xangai, na China. Localizada no Urban Best Practice Area (UBPA) como uma construção permanente, a Hamburg House é uma construção única e interessante, e representa o primeiro prédio certificado como “Passive Hause” na China. Isto significa que é um edifício com consumo de energia ultra baixo e que utiliza apenas 10% do aquecimento e resfriamento necessários em prédios tradicionais, enquanto mantém a temperatura interna em cerca de 25º.

Atrás do design impermeável único, existe a tecnologia inovadora da Siemens. A empresa de eletrônica e engenharia está comprometida em promover as tecnologias verdes líderes no mercado mundial equipando esta “Passive House” com os aparelhos mais avançados e ecônomicos do mundo. A “Passive House” apresenta emissão zero de gás carbônico. Utiliza em tempo integral o calor gerado pelos corpos humanos e equipamentos eletrônicos para criar a maior parte do calor. Além disso, energias renováveis como geotérmicas e solares são usadas como fontes adicionais de energia para aquecimento, resfriamento e outras necessidades. A Siemens forneceu uma série de novas tecnologias para a construção de infraestrutura de grande porte da cidade, sendo que cerca de 90% está relacionado a produtos e soluções sustentáveis e ecologicamente corretas.

No local da exposição, cerca de 150 mil diodos emissores de luz (LED) da Osram, uma companhia da Siemens, iluminarão os pavilhões e as avenidas. Estes LEDs consomem 80% menos energia que as lâmpadas convencionais. O pavilhão de 66 metros de altura do país anfitrião é repleto de tecnologias da Siemens para economia de energia nas construções e já está sendo cotado para ser o marco verde da exposição.

No pavilhão “We are the world”, a Siemens abre as portas para um novo mundo cheio de inovações tecnológicas para uma vida melhor. A tecnologia LED revela uma nova forma revolucionária de economizar energia, enquanto o conceito de rede inteligente faz com seja possível até que uma família torne-se produtora de eletricidade.

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Redes inteligentes controlam trânsito

Fonte: DN Ciência – 17.05.2010

O objetivo é fazê-lo poupar 30% do tempo que gasta no trânsito. Trata-se de uma nova tecnologia que permite controlar o tráfego de toda uma cidade e través de redes inteligentes diminuir ou aumentar o tempo dos semáforos. E além disso, ajuda a combater as emissões de CO2. O sistema vai ser aplicado em Lisboa, depois de ter sido assinado um protocolo, na sexta-feira, entre a câmara municipal e a Siemens, empresa que desenvolve a tecnologia.

“Com um controle feito por algoritmos inteligentes, consegue-se gerir o trânsito. Este é analisado em tempo real por câmeras espalhadas pela cidade, que controlam os semáforos de forma a otimizar o trânsito”, explicou ao DN Francisco Rauter, especialista em soluções de trânsito da Siemens. Assim é possível saber quais e como se comportam os fluxos de veículos a certas horas, se há acidentes, obras ou outras situações que dificultem o trânsito.

A tecnologia, que funciona em tempo real, já é aplicada nos EUA, Alemanha e Reino Unido. Com a monitorização inteligente, o tempo de espera tem baixado em 30%. A Siemens não adianta a data de implementação do novo sistema na capital do País, mas admite estar para breve.

Se estas mudanças forem feitas ao mesmo tempo que se altera a alimentação de combustível para eletricidade, o caminho para a melhoria da sustentabilidade pode estar traçado. Em Portugal, o Governo espera que, em 2020, 10% dos veículos em circulação usem esta energia limpa, o que pode significar a redução de 25% das emissões de CO2.

Outra das tecnologias que pode ser implementada em Lisboa chama-se ELV (Extra Low Voltage) e consiste em semáforos que funcionam a baixa voltagem. “Em vez dos convencionais 200 volts, estes funcionam só com 48. As enconomias energéticas são imensas”, diz o especialista da Siemens. Outra vantagem é a segurança: com baixa voltagem elimina-se o perigo de eletrocussão caso um veículo bata no semáforo.

“Cada vez se fala mais nas cidades sustentáveis e o trânsito é um fator fundamental para a qualidade de vida, ambiente e competitividade”, diz o perito.

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Siemens adere ao projeto português de mobilidade elétrica

Fonte: Autohoje – 17.05.2010

A Siemens assinou um memorando de entendimento com a Inteli e com o Governo português para aderir ao projeto português de mobilidade elétrica, juntando-se, assim, à EDP, Efacec, Critical Software e Novabase, consórcio responsável pela criação da rede de abastecimento de veículos elétricos, em Portugal.

A empresa alemã auxiliará o processo de desenvolvimento da rede inteligente de carregamento e promoção da eficiência energética, em edifícios, de forma a maximizar o potencial dos veículos elétricos como elementos armazenadores de energia, produzindo sistemas de carregamento para veículos elétricos a serem instalados nas habitações.

“A Siemens, com a assinatura deste protocolo entra, numa primeira fase, no ‘home-charging’, ou seja, no carregamento nas casas, e na eficiência energética dos edifícios”, afirmou Carlos Melo Ribeiro, presidente executivo da Siemens em Portugal.

“Todo o modelo será desenhado para que as pessoas tenham mais incentivo para carregar os carros à noite, quando a eletricidade é mais barata e há excesso de produção das renováveis face à procura”, defende João Dias, o gestor do projecto MOBI.E..

A Siemens encontra-se, no momento, a desenvolver dois protótipos de postos de abastecimento para automóveis elétricos na sua fábrica de Corroios e prevê que o lançamento no mercado seja feito no segundo semestre de 2010.

Segundo Carlos Zorrinho, Secretário de Estado da Energia e Inovação, com este projeto “estamos a aproveitar recursos endógenos, a criar emprego e a evitar importações e estamos a desenvolver ‘standards’ que vão nos permitir exportar alta tecnologia”.

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