Google atua no mercado livre

Fonte: energia hoje – 08.01.2010

A gigante de internet Google fez, nesta semana, uma solicitação de compra e venda de energia no mercado atacadista, nos EUA, de acordo com o site Fast Company. Este é o primeiro passo da empresa para atuação no mercado de energia convencional. No último dia 16 de dezembro, a empresa formou uma subsidiária própria com atuação em energia, chamada Google Energy, com sede no estado de Delaware, nos EUA.

O mercado interpretou a operação como um sinal de que o interesse da empresa em energias renováveis pode ser bem maior que o demonstrado em recentes investimentos em tecnologia geotérmica, smart grid, carros elétricos e energias eólica e solar.

A ideia da Google Energy é dar apoio às iniciativas da sua controladora na área de neutralização de emissões, a partir da comercialização de créditos de carbono e venda de energia excedente para a rede. Hoje, o Google já tem uma matriz solar de 1,6 MW em sua sede em Mountain View, California.

Ainda de acordo com as informações do site americano, representantes da empresa admitem que ainda não existem planos concretos para o Google Energy. A empresa, no entanto, não descarta a possibilidade de se tornar um companhia de serviço público no futuro.

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Lançado projeto Málaga SmartCity (Cidade Inteligente)

Lançado projeto Málaga SmartCity (Cidade Inteligente)
Madrid, Espanha — (METERING.COM) — 14. De julho de 2009
Bandeira da Espanha
A iniciativa Málaga SmartCity foi lançada introduzindo um novo modelo de gestão urbana da energia, numa tentativa de melhorar a eficiência energética, reduzir as emissões de CO2 e mudar o consumo para energias renováveis.

Os projeto de € 31 milhões envolvendo onze empresas sob a liderança da companhia energética espanhola Endesa, visa proporcionar uma resposta global para os desafios ambientais enfrentados pelos consumidores.

SmartCity está sendo realizada em Playa de la Misericordia uma seção de Málaga, envolvendo 300 clientes industriais, 900 prestadores de serviços e 11.000 famílias, durante um período de quatro anos. Fontes de energia renováveis serão ligadas à rede mais perto dos clientes casando geração com consumo, sendo instalando painéis fotovoltaicos em edifícios públicos, utilizando micro-geração em alguns hotéis e instalando micro sistemas eólicos na região. Haverá sistemas de armazenamento de energia sob a forma de baterias, de modo que uma parta da energia poderá ser utilizada mais tarde, em edifícios com controle de ambiente, áreas públicas de iluminação transporte elétrico. Do mesmo modo, para incentivar a utilização de veículos elétricos, estações de recarga serão instaladas e uma pequena frota de veículos será disponibilizada. Acima de tudo, no entanto, o consumidor final que é quem compra através do processo estará no centro do esforço.

Todos os clientes que participam do projeto receberão medidores inteligentes para tornar mais fácil o consumo sustentável. A instalação de telecomunicações inteligente e avançada e sistemas de controle remoto permitirão ajustes automáticos em tempo real à rede de distribuição para uma nova forma de gestão da energia e um melhor serviço.

Uma fase posterior envolve analisar os dados gerados de utilização e eficiência e aplicar os conhecimentos adquiridos a outras zonas urbanas, para melhorar o modelo energético atual para o tornar mais sustentável. O projeto visa a economia de energia de 20 por cento e menos 6.000 toneladas de emissões de CO2 por ano na área do projeto.

O orçamento da SmartCity é parcialmente financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (ERDF na sigla em inglês), com apoio da Junta de Andaluzia e do Centro para o Desenvolvimento de Tecnologia Industrial do Ministério da Ciência e Inovação (CDTI na cigla em inglês). Málaga foi escolhida como o lugar para o projeto, uma vez que preenche todos os requisitos para assegurar o êxito do projeto, incluindo o elevado potencial de crescimento, grande capacidade tecnológica, universidades e empresas, o forte apoio do governo e uma excelente infra-estrutura elétrica.

Outros parceiros do projeto são Enel, Acciona, IBM, Sadiel, Ormazábal, Neo Metrics, Isotrol, Telvent, Ingeteam e Greenpower. Outros contribuidores incluem diversas universidades, bem como centros de pesquisa nacionais e regionais.

SmartCity está definido para se tornar um modelo mundial no desenvolvimento de tecnologia de ponta, em conjunto com outros programas já em funcionamento, em Estocolmo, Dubai, Malta, Ohio e Colorado, Endesa disse em uma declaração.

O projeto é parte do plano da UE 20-20-20, que estabelece objetivos para 2020 de melhoria da eficiência energética em 20 por cento, reduzindo as emissões de CO2 em vinte por cento e aumentando as fontes de energia renováveis para 20 por cento das fontes de energia.

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